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quarta-feira, 11 de maio de 2011

JOGO DO DICIONÁRIO




1. PREPARAÇÃO
* A sala foi dividida em 4 grupos. Todos bem afastados uns dos outros.

2. A PALAVRA
*A Professora Clodoelma escolheu no dicionário 7 palavras que ninguém da classe conhece. Escreveu na folha e entregou para os grupos.
* Cada grupo inventou uma definição para essa palavra. Inventaram um significado que os colegas acreditariam que pudesse ser verdadeiro.
* Todos discutiram bem baixinho e evitaram que os outros grupos escutassem.

3. O VERBETE
* Escreveram o verbete de forma legível e com clareza.
* Entregaram para a Professora.

4. A VOTAÇÃO
* Discutiram qual seria a acepção que está no dicionário.
* Chegamos a um acordo através de uma votação.

5. O RESULTADO
* Cada grupo que votou na acepção reproduzida pelo dicionário ganhou 2 pontos.
* O grupo cujo verbete inventado recebeu votos ganha 4 pontos por voto.
* Ao final de algumas rodadas, o grupo que teve mais votos ganhou!

RESULTADO DOS VERBETES FEITO PELOS ALUNOS:

GRUPO 1: Emilly, Hernane, Marcos e Naiara
GRUPO 2: Tânia, Kelvilly, Priscila, Elwilly e Paulina
GRUPO 3: Cintia, Ana Luiza, Morgana, Franciele e Hellyan
GRUPO 4: Maurício, Luiz Felipe e Rodrigo


* ALFOMBRA:
GRUPO 1. Homem ou mulher com problema de respiração;
GRUPO 2. Pessoa que tem estress;
GRUPO 3. Pessoa que gosta de coloar lenha na fogueira;
GRUPO 4. **********

*CELEUMA:
GRUPO 1. Parte do corpo da ser humano;
GRUPO 2. Nuvem celestial;
GRUPO 3. É uma célula do corpo humano;
GRUPO 4. Pessoa que gosta de comer cebola;

*FALÉSIA:
GRUPO 1. ************
GRUPO 2. Pessoa sem dinheiro;
GRUPO 3. Pessoa que fala sorrindo;

GRUPO 4. Pessoa que fala muito;

*HODIERNO:
GRUPO 1. Nome de uma cidade;
GRUPO 2. Pessoa que odeia tudo e todos;
GRUPO 3. Coisas modernas;
GRUPO 4. Pessoa que não gosta de usar terno;

*OPRÓBRIO:
GRUPO 1. **********
GRUPO 2. Pessoa que muitos problemas;
GRUPO 3. Quem é problemático;
GRUPO 4. Pessoa que é muito pobre;

*TAMAREIRA:
GRUPO 1. Planta carnívora;
GRUPO 2. O mesmo que cozinheira;
GRUPO 3. **********
GRUPO 4. **********

*UMBROSO:
GRUPO 1. *********
GRUPO 2. Pessoa medrosa;
GRUPO 3. Pessoa quemora no fazenda;
GRUPO 4. Coisa arrepiante, tenebroso;

terça-feira, 10 de maio de 2011

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

A minha glória literária
Rubem Braga

“Quando a alma vibra, atormentada...”
Tremi de emoção ao ver essas palavras impressas. E lá estava o meu nome, que pela primeira vez eu via em letra de forma. O jornal era O Itapemirim, órgão oficial do “Grêmio Domingos Martins”, dos alunos do Colégio Pedro Palácio, de Cachoeiro do Itapemirim, Estado do Espírito Santo.
O professor de Português passara uma composição: “A lágrima”. Não tive dúvidas: peguei a pena e me pus a dizer coisas sublimes. Ganhei 10, e ainda por cima a composição foi publicada no jornalzinho do colégio. Não era para menos:
“Quando a alma vibra, atormentada, às pulsações de um coração amargurado pelo peso da desgraça, este, numa explosão irremediável, num desabafo sincero de infortúnios, angústia e mágoas indefiníveis, externa-se, oprimido, por uma gota de água ardente como o desejo e consoladora como a esperança; e esta pérola de amargura arrebatada pela dor ao oceano tumultuoso da alma dilacerada é a própria essência do sofrimento: é a lágrima”.
É claro que eu não parava aí. Depois outras belezas, eu chamo a lágrima de “traidora inconsciente dos segredos d’alma”, descubro que ela “amolece os corações mais duros” e também (o que é mais estranho) “endurece os corações mais moles”. E acabo com certo exagero dizendo que ela foi “sempre, através da História, a realizadora dos maiores empreendimentos, a salvadora miraculosa de cidades e nações, talismã encantado de vingança e crime, de brandura e perdão”.
Sim, eu era um pouco exagerado: hoje não me arriscaria a afirmar tantas coisas. Mais o importante é que minha composição abafa e tanto que dúvida a sua autoria: eu devia ter copiado aquilo de algum almanaque.
A suspeita tinha seus motivos: tímidos e mal falantes, meio emburrado na conversa, eu não me parecia capaz de tamanha eloquêcia. O fato é que a suspeita não me feriu, antes me orgulhou: e a recebi com desdém, sem querer desmentir a acusação. Veriam, eu sabia escrever coisas loucas: dispunha secretamente de um imenso estoque de “corações amargurados”, “pérolas de amargura” e “talismãs encantados” para embasbacar os incréus; veriam...
Uma semana depois o professor mandou que nós todos escrevêssemos sobre a Bandeira Nacional. Foi então que-dá-lhe, Braga! – meti uma bossa que deixou todos maravilhados. Minha composição tinha poucas linhas, mas era nada menos que uma paráfrase do padre-nosso, que começava assim: “Bandeira nossa, que estias no céu...”.
Não me lembro do resto, mas era divino. Ganhei novamente 10, o professor fez questão de ler, ele mesmo, a minha obrinha para a classe estupefata. Essa composição não foi publicada porque O Itapemirim deixara de sair, mas duas meninas - glória suave – tiraram cópias porque acharam uma beleza.
Foi logo depois das férias de junho que o professor passou nova composição: “Amanhecer na fazenda”. Ora, eu tinha passado uns quinze dias na Boa Esperança, fazenda de meu tio Cristóvão, e estava muito bem informado sobre os amanheceres da mesma. Peguei da pena e fui contando com a maior facilidade. Passarinhos,
galinhas, patos, uma negra jogando milho para as galinhas e os patos, um menino tirando leite da vaca mugindo... (assim como “consoladora como a esperança” combinaram com “ardente como o desejo”), um “burro zurrando”. Depois fiz parágrafo, e repeti o mesmo zurro com um advérbio de modo, para fecho de ouro:
“Um burro zurrando escandalosamente”.
Foi minha desgraça. O professor disse que daquela vez o senhor Braga o havia decepcionado, não tinha levado a sério seu dever e não merecia uma nota maior do que 5; e para mostrar como era ruim minha composição leu aquele final; “Um burro zurrando escandalosamente”.
Foi uma gargalhada geral dos alunos, uma grande vaia cruel. Sorri Amarelo. Minha glória literária fora por água abaixo.

In: para gostar de ler. v. 3. São Paulo: Ática, 1998. p. 70-73.

1) Qual é o tema da crônica A minha glória literária?
2) A crônica foi escrita em primeira ou terceira pessoa?
3) A primeira redação de Rubens Braga fez muito sucesso com o professor e foi até publicada no jornal da escola. Por que razão?
4) Reescreva o título e a redação do cronista com base nos trechos que ele citou.
5) A redação do cronista nos tempos de colégio é bastante rebuscada, cheia de exageros e preciosismo. Em relação à lágrima, qual o nome da figura de linguagem que é usada em “talismã encantado” e “pérola de amargura”?
6) Por que um colega do cronista duvidou que ele fosse o autor da redação?
7) Qual foi o tema da redação seguinte à que fora publicado?
8) Se da primeira vez a glória do cronista foi ser publicado no jornal do grêmio, qual foi sua glória agora?
9) Qual o tema da terceira redação?
10) Por que o professor leu apenas o final dessa redação?
11) Qual é o advérbio de modo usado no “fecho de ouro” da terceira redação?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ENTREVISTA PINGUE-PONGUE




Entrevista

Pingue-Pongue com Marta Frares pelos alunos da 8ª série C da Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho.

8ªsérie C - Por que você escolheu essa profissão?

Marta Frares
- Porque eu cresci com isso no sangue, sempre quis ser professora e é de coração.

8ª série C - O que você mais gosta de fazer na escola como Coordenadora?
Marta Frares - Tentar resolver os problemas pessoais dos Alunos.

8ª série C - Você acha o seu serviço difícil ou não? Explique.
Marta Frares - Sim, a parte mais difícil é porque sofro com os problemas dos alunos.

8ª série C - Você acha que ajudando uns aos outros você está contribuindo para uma educação melhor?
Marta Frares - Sim, é isso que me mantêm ajudando o tempo todo.

8ª série C – Como você consegue ter paciência com os alunos da Escola Waldemon?
Marta Frares - Meu Deus! É por causa do Carinho que sinto pelos alunos.

8ª série C - A maioria dos alunos se sente como se fossem parte da sua família, você sente o mesmo por eles?
Marta Frares - Sim, eu parei de trabalhar para a Escola Municipal que era mais remunerada para vir para a Escola Estadual e não me arrependo porque sou recompensada por vocês.

8ª série C - Você já ignorou algum aluno? Por quê?
Marta Frares - Sim, um aluno porque fiquei com medo e porque faltou sinceridade no aluno.

8ª série C - Como você reagi diante daqueles alunos que tem um grau de dificuldade na aprendizagem?
Marta Frares - Nossa! O Trabalho é muito difícil, eu chamo os professores e converso com eles para tentar ajudar os alunos.

8ª série C - Se algum dia você fosse diretora da Escola Estadual Waldemon M. Coelho, você mudaria as suas atitudes, o seu jeito de tratar os alunos ou você aplicaria as mesmas regras?
Marta Frares - Eu respeito muito o Peri (Diretor), no entanto, existem algumas coisas na escola que eu mudaria sim. Quem me acha chata vai continuar achando e quem me acha legal vai continuar achando também.



segunda-feira, 21 de março de 2011

HISTÓRIA EM QUADRINHOS

Objetivo:
*Criar a sua própria História em Quadrinho.

Preparação:

* Material: folhas de papel sulfite, lápis e canetas.
*Pode ser uma história completa ou em sequência de tirinhas.


As Personagens:
*Utilizar a personagem que você criou na aula anterior ou inventar personagens novas.
*Não precisa saber desenhar. Em útimo caso os bonecos podem ser até de palitinho. O que importa mesmo é o que vai acontecer com ele, o que ele fala, como age.

A ideia:

*Anote em seu caderno as ideias que melhor se adaptem à sua personagem.
*Imagine situações nas quais as características principais de sua personagem sejam postas à prova.

A História:
*Sua história terá a intervenção do narrador?
*Ela terá textos ou apenas imagens?
*Ela terá diálogos?

Primeiro Esboço:
*Faça o esboço em seu caderno.

Recursos das HQs:
*
Metáforas visuais;
*Linhas de movimento;
*Uso de balões;
*Onomatopeias;

Finalizando:
*Passe a HQs para a folha em branco.
Desenhe apenas de um lado da folha.
Sua HQs pode ser colorida ou em preto e branco.
Pode finalizar com a técnica que preferir.






























































































sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

PRODUÇÃO DE TEXTO COLETIVO - CONTRACAPA DE LIVRO

OBJETIVO:
PRIMEIRO MOMENTO:



Caro Leitor,


Este é um livro que conta a história da Camila, uma adolescente rebelde que adorava responder para os professores. Questionava tudo, brigava e ironizava dizendo: - Fala sério, Professor!

Os colegas da sala não gostavam da atitude dela, pois, achavam que ela era metida e sem educação.

Um dia a Professora de Português tomou uma atitude que mudou completamente a vida da Camila.

Viage nessa maravilhosa história e, saiba como ela se tornou amiga de todos.





Alunos da 5 série "A"

Escola E. Waldemon M. Coelho







"PARABÉNS ALUNOS DA 5 SÉRIE "A", ESSE FOI O PRIMEIRO DE MUITOS TEXTOS QUE VAMOS PRODUZIR ESSE ANO".



SEGUNDO MOMENTO:


TERCEIRO MOMENTO: Depois que cada aluno escolheu o livro na Biblioteca da Escola foram para a produção da contracapa individualmente. Os textos foram corrigidos pela professora e cada aluno refez o seu. Em seguida, leram o texto para os colegas e escolheram quais iriam para o Blog.






Caro Leitor,
O livro Sozinha no Mundo conta a história de uma menina que se chamava Pimpa e que com apenas 14 anos se viu sozinha no mundo.
Pimpa precisava encontrar urgentemente o seu Tio Leonel, o único parente que lhe restou, além do seu ursinho de pelúcia Lila. Será que ela conseguirá encontra-lo numa cidade tão grande como São Paulo?
As respostas para essa e outras perguntas você encontrará nessa emocionante história de amizade e emoção.
Carinhosamente,

Naiara de Oliveira Souza



Caro Leitor,
Esse livro conta a história da Rainha Isabela, uma pessoa muita má e perversa com todos que visitavam o seu castelo.
Certo dia um grande Mágico apareceu para conhecer o castelo e a Rainha Isabela o recebeu mal, então, ele jogou uma magia no castelo que mudou completamnete a vida da Rainha.
Se quiser saber como termina essa história mágica, leia o livro.
Respeitosamente,

Elwilly Crystina R. dos Reis



Caro Leitor,
Gabriela e Rafael vão viajar sozinhos de avião, eles não se conheciam até que ao chegar no aeroporto Gebriela encontra um bicho inesperado e que vai criar uma ligação entre eles.
Apesar de serem crianças vão aprender muitas coisas sobre o amor e a amizade.
Viagem nessa maravilhosa história e leia o livro.
Atenciosamente,

Priscila Ramos da Rocha.



segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

PRODUÇÃO DE TEXTO - FINAL DA HISTÓRIA

Produção de Texto

Você já fez, sozinho, uma trilha na mata fechada?
Leia o trecho abaixo, em que o protagonista conta como, depois de conseguir chegar ao pico que queria conquistar, sua volta se complica.

Sentei-me para descansar da conquista do pico. À frente, pedaço da Mata Atlântica, onde conviviam mais de 100 espécies de aves, e macacos, micos,pacas, gambás, capivaras, jaguatiricas, cobras, lagartos, e árvores nobres,
jacarandás, baraúnas, cedros, jequitibás, ipês, perobas...
Num impulso decidi descer: só, moço e temerário. Não levava água,botinas, protetor solar, boné, relógio, roteiro, juízo.
O começo de escorregões e esfoladuras. Na parte mais íngreme, pedras soltas rolando lá para baixo. Logo o mato começou a ficar mais grosso. À esquerda, descida; à direita, descida. Acabou-se a paisagem, mata fechada. E aí? Norte, sul, leste, oeste? O sol é peneirado pela esteira das árvores, não aparece, não dá certezas quanto ao rumo. Voz humana nenhuma, só o silêncio, pios de aves, frufru de asas e o frescor camarada da mata.
(Ivan Angelo. Adaptado de:
http://vejasãopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicius/2017/m0133756.html)

Imagine que você é o protagonista e continue sua história.
O que teria acontecido a partir daí? Que dificuldades você vai enfrentar?
Como acabará essa história?


RESPOSTAS:


Andei procurando a saída e a cada passo que eu dava mais me perdia. Ouvi sons de bichos sobre a mata como já estava cansada, resolvi parar debaixo de uma árvore imensa para descansar e acabei dormindo algumas horas.
Quando acordei tinha uma cobra venenosa andando em cima de mim, o susto foi tão grande que joguei a cobra para longe e sai correndo. O desespero foi tão grande que acabei caindo, bati a cabeça numa pedra e fiquei inconsciente por alguns minutos.
Os dias passavam e as minhas esperanças foram morrendo até que inesperadamente encontrei um índio que me ofereceu ajuda. Contei o que havia acontecido porem, ele não compreendia o que eu falava, mesmo assim nos comunicamos com gestos. Ele pediu para eu segui-lo e para a minha surpresa, sai da mata.
Agradeci a Deus por ter encontrado ajuda e prometi que nunca mais sairia sem os equipamentos necessários.
Alunos: Charles B. Souza e Chirleide B. Souza
8ª série “C” – Escola Estadual Waldemon



Passaram-se os dias, tinha fome e sede, alimentava-me dos poucos frutos que encontrava.
No quarto dia escutei alguns barulhos, fiquei com medo, pensei que poderia ser algum animal perigoso e resolvi subir na primeira árvore que avistei. Fiquei paralisado só observando, para a minha surpresa era um grupo de pessoas, que provavelmente faziam trilhas.
Resolvi descer da árvore e ir em direção do grupo e contei o que tinha me acontecido. Eles me levaram até o acampamento, entrei em contato com a minha família e aprendi que nunca mais vou agir pelo impulso.
Alunas: Letícia Felix e Cristiane Nunes
8ª série “A” – Escola Estadual Waldemon


Parecia não haver saída, procurei descer por onde achava mais seguro, pois, não havia trilha apenas mato para todos os lados. Encontrei animais de várias espécies, o sofrimento aumentava, me alimentava somente de frutas e água de coco.
A noite era fria e sombria, quase não dormia, pois, a qualquer momento algum animal poderia me atacar. Ao amanhecer o dia sai andando sem direção, encontrei um córrego e resolvi segui-lo. Avistei uma ponte e segui a estrada, depois disso a minha vida mudou para sempre.
Alunos: Ricardo e Aline
8ª série “B” – Escola Estadual Waldemon

sábado, 19 de fevereiro de 2011

REVISTA

O PEQUENO PRINCÍPE



PROJETO LEITURA



"O PEQUENO PRINCÍPE"



(Antoine Sant-Exupéry)








Toda semana lia para os alunos do 6 ano um capítulo do livro, em seguida, cada aluno escrevia com as suas próprias palavras o que entenderam, depois, desenhavam o que mais marcou no capítulo. Aos poucos cada aluno foi elaborando o seu trabalho.


Assistimos o filme com direito a pipoca e refrigerante.


Ensinei as Normas da ABNT e cada aluno desenvolveu a Capa, Contracapa, Resumo, Opinião do Livro, Referência Bibliográfica, Anexo (Onde foi colocado os desenhos).





Opinião sobre o Livro:

"Eu achei esse livro muito bom, serve tanto para adulto como para criança. É legal porque conta uma história de aventura e eu gosto muito de histórias de aventura". (Izadora Elisa - 6 ano C).

"Esse é um livro que fala especialmente da amizade do aviador com o pequeno princípe. Fala sobre a importância de se ter um amigo, sem preconceito. Diz também sobre a importância de cativar as pessoas, para se ter uma amizade verdadeira. Esse livro me ensinou algumas coisas que eu não sabia e principalmente aprendir que o importante é cativar" (Kamila Finger - 6 ano A).

"Gostei muito do livro o pequeno princípe porque fala sobre a amizade de um rapaz que caiu no deserto e lá encontrou uma criança que se tornou o seu melhor amigo. Adorei quando o pequeno princípe passa por vários planetas, por ter conhecido pessoas com várias personalidades, por ele ter sido fiel a uma simples rosa". ( Gabriela Miranda - 6 ano A).

"Eu achei esse livro ótimo, fala sobre a amizade, gostei da raposa, quando ele sentia saudades da sua rosa e é uma história fáci para entender". (Mayara Castro - 6 ano C).

DESENHOS QUE REPRESENTAM CADA CAPÍTULO DO LIVRO: