Páginas

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

BRASILEIRO DE CORAÇÃO...

http://www.youtube.com/watch?v=jT1GSUonILg







Era uma vez um menininho bastante pequeno,que contrastava com a escola bastante grande.
Uma manhã, a professora disse: Hoje nós iremos fazer um desenho. “Que bom!”- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.
Pegou a sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar.
A professora então disse: Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores.
Com seus lápis rosa, laranja e azul. A professora disse: Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha com caule verde. Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora E depois olhou para sua flor.
Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso.
Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora.
Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre,
A professora disse:
Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro.
“Que bom”!!!, pensou o menininho.
Ele gostava de trabalhar com barro.
Podia fazer com ele todos os tipos de coisas:
elefantes,camundongos, carros e caminhões.
Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.
Então, a professora disse:
Esperem, não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse ela, nós iremos fazer um prato.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: – Esperem! Vou mostrar como se faz.
Assim, agora vocês podem começar.
E o prato era um prato fundo.
O menininho olhou para o prato da professora e depois par a seu próprio prato.
Gostou mais do seu,mas não poderia dizer isso.
Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo,
Igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e fazer as coisas exatamente como a professora.
E muito cedo ele não fazia coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.
Era uma escola ainda maior que a primeira.
Um dia a professora disse: Hoje vamos fazer um desenho.
“Que bom!”- pensou o menininho, Esperando que a professora dissesse o que fazer.
Ela não disse, apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse: Você não quer desenhar? Sim, e o que nós vamos fazer? Eu não sei até que você o faça. Como eu posso fazê-lo? Da maneira que você gostar! E de que cor?
Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar?
Eu não sei…
Então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha Com caule verde…

(Autora: Helen Buckley -Tradutor desconhecido)

FALA DOS MAIS VELHOS













quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ANTES DE SER MÃE





“Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.
Eu não tinha roupas manchadas.
Eu tinha calmas conversas ao telefone.

Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a
hora de ir para a cama.
Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.�
Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.
Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.

Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou
não.
Imunizacões e vacinas eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem
nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.

Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos,
meu corpo e meus sentimentos.
… eu dormia a noite toda…

Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que�
médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.

Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.

Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança por não querer afastar meu
corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.

Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.
Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
…e não sabia que adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu
próprio corpo.
Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.
Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão
importante.

Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me
certificar de que tudo estava bem.
Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfacão de ser
uma mãe.
Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.
Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus, por eu ser agora um alguém tão
frágil e tão forte ao mesmo tempo.




Obrigado meu DEUS pelo privilégio de ser MÃE!!!!”






POESIA

Apresentação de Poesia









Apresentação de Música




“OS REGISTROS DO PORTUGUÊS”
Oficina: 7 TP1 Seção: 3 Unidade:1

Objetivo: Identificar os principais registros do Português.

Avançando na Prática: Selecionei essa unidade porque já conhecia a história e notei que haveria várias possibilidades de produção e interpretação. As demais unidades da TP1 não me chamaram atenção.

A aula procedeu da seguinte maneira:
Os alunos sentaram em grupo;
Receberam a história digitada;
Fiz a leitura para os alunos dando muita ênfase;

Notei que os alunos riam da história no momento em que ouviam. Em relação a história, falaram que: gostaram, acharam a história bonita, tem rimas, demonstra ser uma família feliz, a repetição animou o texto, a adoção é um ato de amor e que parece ser uma história real.

Para finalizar, sugeri que cada grupo deveria transformar a história em: poesia, música, poema, paródia, teatro... enfim, a opção seria deles.
Os alunos fizeram apresentação na sala de aula.

ADOREI A SUA VISITA

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

HISTÓRIA A PARTIR DE UM TEMA



“HISTÓRIA A PARTIR DE UM TEMA”
“A PROGRESSÃO TEXTUAL”
Oficina: 5 TP5 Seção: Unidade:

Objetivo: Analizar mecanismos de coesão sequêncial.

Avançando na Prática: Busquei trabalhar com essa atividade para dar continuidade na Oficina 5 que foi coerência textual e agora, coesão textual.

Os alunos fizeram a atividade 13 (entrevista de David Mc Grath), atividade 15 (Passe em casa – música Tribalistas) e atividade 16 (receita culinária). Depois os alunos fizeram o avançando na prática da seguinte forma:
• Cada aluno recebeu uma folha ofício.
• Os alunos de cada fila receberam uma pergunta (O que aconteceu? Onde aconteceu? Quando acontece? Quem foram os envolvidos? Qual foi o desfecho da história?).
• Cada aluno respondeu a pergunta sem saber o que iria aconteceu.
• Recolhi todas as respostas e coloquei nas caixas, separadas.
• Pedi para os alunos formarem grupos. Cada grupo recebeu uma das respostas que continha em cada caixa.
Feito isso, expliquei que o desafio seria formar uma história a partir das respostas recebidas, sem esquecer da importância da coerência e da coesão. Como sempre, o resultado foi positivo e as narrações ficaram bem elaboradas.


QUEBRA-CABEÇAS

"PROPAGANDA"
“A PROGRESSÃO TEXTUAL”
Oficina: 5 TP5 Seção: Unidade:

Objetivo: Caracterizar a coerência na inter-relação entre textos verbais e não verbais.

Avançando na Prática: Assim que li a proposta desta atividade já gostei, pois, adoro confeccionar jogos e preparei a aula com muita empolgação.

Trabalhamos as atividades 1,2 e 3, depois passei um slide sobre o que uma propaganda e mostrei várias propagandas da coca-cola. Os alunos gostaram, fizeram comentários, falaram das cores, da criatividade, e outros.

Quando disse que iríamos fazer um quebra-cabeça, foi uma confusão. Os alunos vieram para escolher as suas figuras e eu não consegui nem falar, não imaginei que eles fossem ficar tão empolgados, queriam escolher as figuras, trocaram, discutiram, tive que acalma-los para poder dar seqüência na aula.

A atividade ficou linda, eles trocaram os quebra-cabeças e montaram. Rsrsrsrs, terminou tudo bem.




domingo, 9 de agosto de 2009