Páginas

terça-feira, 26 de maio de 2009

NARRAÇÃO E DESCRIÇÃO

“DESCRIÇÃO E NARRAÇÃO”
“SEQUÊNCIAS TIPOLÓGICAS: DESCRIÇÃO E NARRAÇÃO”
Oficina: 2 TP3 Seção: 1 Unidade: 11

Objetivo: Caracterizar sequências tipológicas descritivas e narrativas.

Avançando na Prática: A escolha desta atividade me veio porque narração e descrição faz parte dos conteúdos programados para o bimestre, sendo assim, não vou atrasar os conteúdos. Trabalhei as atividades 1, 2, 3, 4, e 5.
Assim que os alunos receberam o texto expliquei o que é narração e descrição, deixei os alunos a vontade para relatar histórias e também fizeram a minha descrição coletiva.
A atividade proposta deixou os alunos empolgados, no inicío souberam respeitar o momento em que cada grupo tentava adivinhar os objetos que estavão sendo apresentados.
Quando o grupo A atigiu uma pontuação elevada em relação ao grupo B, - Meu Deus!!! Foi uma loucura!!!
Senti o quanto os alunos gostam de competir, isso faz com que eles se sintam de uma certa forma, mais participativos na aula.
A produção de texto foi “uma delícia”, adoro escrever e principalmente adoro estimular os meus alunos para a leitura.

PRODUÇÃO FEITA:

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Leitura, pra que te quero?

Chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, «um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro», que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a «escola de boas maneiras», de onde, aliás, foi expulso.Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve sempre presente no nascimento dos bebês ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a «proeza» de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de «conquistar» corações humanos.A família Grogan aprendeu, na prática, que o amor se manifesta de muitas maneiras... e feitios.

http://www.youtube.com/watch?v=6w6wsJpuW2E








A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar áquele cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

http://www.youtube.com/watch?v=EaGMliCxyWY















FÁBULAS

"FÁBULAS”
“CLASSIFICANDO GÊNEROS TEXTUAIS”
Oficina: 1 TP3 Seção: 3 Unidade: 09

Objetivo: Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.

Avançando na Prática: A atividade foi realizada com os alunos do 7º ano da Escola Municipal Dona Sabina Lazarin Prati. Comecei a aula passando no data show as fábulas: “A cigarra e a formiga – A formiga boa” (Monteiro Lobato), em seguida, “A cigarra e as formigas – A formiga má” (Monteiro Lobato).

Expliquei o que é paródia, como ela é feita, levei vários exemplos de paródias de músicas, textos, fábulas, e outros. Os alunos gostaram muito da fábula, acredito que ter preparado a aula no slide deu um animo a mais nos alunos, pois, adoraram a aula.

Depois que expliquei passo a passo a aula, os alunos já foram se organizando em grupos, foi uma aula muito divertida e prazerosa. Os alunos demonstraram interesse e compromisso com as atividades.

Quando a aula terminou me senti realizada profissionalmente, pois, o GESTAR II tem animado as minhas aulas.


PARÓDIAS FEITAS PELOS ALUNOS
7 ANO "B" e "C"
ESCOLA MUNICIPAL DONA SABINA LAZARIN PRATI
A formiga e a cigarra

Era uma vez uma formiga de uns 60 anos, corcunda e com antenas brancas de tanto trabalhar, já recebendo sua aposentadoria e esperava o inverno chegar calma e sossegada.
Porém, o presidente esqueceu de depositar a aposentadoria desse mês, então a formiguinha, para não passar fome, teve que voltar a trabalhar. A cigarrinha não parava de cantar e a formiguinha surdinha ficou.
Chegou o inverno e a cigarrinha bateu na porta da formiguinha, no entanto, a formiguinha que estava surda não ouviu.
Uma da inquilinas da formiguinha abriu a porta e perguntou:
- O que ouve?
- De tanto cantar fiquei com dor na garganta, será que tem como eu me acomodar?
-Claro. – respondeu a formiguinha.

A formiguinha sarou e o inverno passou.

Alunas: Fluviana, Karine, Carla e Letíci
a.
7º ano “B”
Professora: Clodoelma.

Mural com as Paródias feitas pelos alunos

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O PROFESSOR SEMPRE ESTÁ ERRADO

Quando... É jovem, não tem experiência.

É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.Escreve muito, não explica.Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".
É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
Fonte: Revista do professor de Matemática 36, 1988